Trabalhar na CAIXA significa 
obter experiência profissional 
e enriquecimento de vida

 

Na Caixa Econômica Federal, hoje, o que mais importa, acima de qualquer outro aspecto, mesmo o político, é o resultado global apresentado pelos seus funcionários no desempenho das responsabilidades a eles delegadas. Esse resultado é o que realmente pesa e influi na trajetória de ascensão profissional, mais rápida ou mais lenta, dentro da instituição”.

Quem diz isso é um jovem de apenas 25 anos de idade - Maurílio Braz Santana Júnior - em entrevista concedida ao site do curso aprovação, que um dia, como tantos outros jovens, sonhou em fazer carreira num órgão público como a CAIXA. Ele transformou seu sonho em realidade, fazendo concurso público, sendo aprovado e assumindo o cargo pretendido. Hoje, cerca de quatro anos após, ele já ocupa o cargo de Ge-rente de Relacionamento de uma agência da insti-tuição bancária.

A sua declaração merece reflexão e pode servir de referência para aqueles que estão se preparando para realizar o próximo concurso público da CAIXA, com vistas a vários cargos e que será efetivado em breve.

“Quem analisa o concurso público de Técnico Bancário da Caixa Econômica Federal apenas do ponto de vista salarial – alerta Maurílio Braz – pode não de-monstrar muito interesse achando que o salário não é bom. No entanto, posso dizer a quem assim pensa que, o importante mesmo não é esse salário considerado baixo mas sim ingressar no quadro de funcionários do estabelecimento. Isto porque, uma vez parte integrante desse quadro, a pessoa tem ao seu dispor série de oportuni-dades de ascensão profissional, via processo seletivo interno. Dependendo do seu desempenho e perfil, poderá ocupar cargos como, por exemplo, de gerente, auditor, supervisor de retaguarda ou avaliador de penhor”.

A Caixa Econômica Federal – na opinião de Maurílio Braz – é boa empresa para se trabalhar e ofe-rece muitas oportunidades de progresso a seus funcionários. “Como outras empresas, tem seus problemas também e às vezes as coisas não acontecem com a rapidez que se deseja. Mas, para quem deseja fazer carreira e obter experiência profissional, é uma ótima opção”.

AOS JOVENS

Maurílio Braz entende que no mundo de dificuldades para arranjar emprego em que os jovens vivem hoje, o concurso público é ótimo caminho para que eles ingressem no mercado de trabalho e mostrem as suas potencialidades.
“Na iniciativa privada – acrescenta – exige-se experiência, que muitas vezes o jovem não tem ou, o salário não é condizente. O concurso público é então o caminho. Na Caixa Econômica Federal, por exemplo, o jovem pode adquirir muita experiência profissional e se quiser poderá usa-la fora da instituição depois”.

Aos jovens desempregados ou aqueles que estão procurando o primeiro emprego, Maurílio Braz lembra que o fato de estarem nessa situação não pode ser visto como um problema insolúvel e que toda crise sempre oferece uma oportunidade. Mas, é preciso enxergá-la.

“Quem trabalha – diz ele – tem pouco tempo para estudar. Quem não está trabalhando, deve aproveitar o seu tempo disponível para estudar e deve centralizar todas as atenções na sua educação. Hoje, o acesso à informação está muito mais fácil, através das bibliotecas, da internet e outros meios. Por outro lado, o jovem desempregado não deve ficar esperando que lhe ofereçam uma chance, mas, sim ir atrás de uma oportunidade de servir, mesmo que seja trabalho voluntário, sem remuneração. Assim fazendo, ele estará adqui-rindo algo importante que é a experiência. Quando chegar a hora do emprego, ele terá um algo a mais a oferecer para ganhar a vaga”. O próprio Maurílio trabalhou por dois anos no Nordeste do Brasil como vo-luntário de uma instituição religiosa.

VALOR DA PRÁTICA

Londrinense, Maurílio Braz considera-se uma pessoa prática, ressaltando que sempre aprendeu primeiro a prática e depois a teoria.

No momento, ele cursa duas faculdades, a de Direito da Universidade Federal do Paraná – está no terceiro ano – e a de administração de Empresas da Universidade do Sul de Santa catarina – UNISUL – primeiro ano. Na Caixa Econômica Federal, já realizou curso sobre o Mercado Financeiro; curso Banco de Oportunidade – que prepara funcionários para exercerem a função gerencial; participou de oficina de Gestão de Pessoas – que prepara funcionários para gerenciar recursos humanos, entre outros.

Ele fez concurso público de Técnico bancário da CAIXA em 2000, em Curitiba, concorrendo com 33.000 candidatos e sendo aprovado entre os 100 primeiros colocados. No seu período de preparo para o concurso, considerou importante fazer análise minuciosa do conteúdo programático, a fim de ver quais os pontos aos quais deveria dar mais atenção.

Ele fez concurso público de Técnico bancário da CAIXA em 2000, em Curitiba, concorrendo com 33.000 candidatos e sendo aprovado entre os 100 primeiros colocados.

No seu período de preparo para o concurso, considerou importante fazer análise minuciosa do conteúdo programático, a fim de ver quais os pontos aos quais deveria dar mais atenção.

Após identificar que as questões sobre conhecimentos bancários eram aquelas às quais deveria dedicar a maior parte do tempo, estabeleceu um plano de estudo que incluía apostila e pesquisas na internet. Nessa época, trabalhava no Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, passando então a estudar com afinco durante três meses à noite, aos sábados mas, nunca aos domingos.

“Estudar por conta é bom – fala - mas a pessoa tem que ter disciplina e estabelecer plano de acordo com as suas condições. Quando a gente estuda para fazer um concurso, deve ter em mente que não é para aprender e sim para passar na prova. Ocorre às vezes que a pessoa conhece bem o conteúdo programático, mas, não sabe resolver as questões da prova. Acho que devemos estudar o conteúdo como se fossemos a pessoa que está criando as questões da prova, tentando descobrir quais seriam as perguntas mais prováveis. Temos que dar mais atenção aos detalhes, ser mais pragmáticos”.

UMA DICA

Com vistas a quem vai realizar o próximo concurso público de Técnico da Caixa Econômica Federal, Maurílio Braz lembra que a parte de conhecimentos específicos é muito importante, no caso conhecimentos sobre as questões bancárias.

“A maioria das pessoas interessadas não têm esses conhecimentos. Portanto, os candidatos devem pesquisar bastante sobre o assunto nas fontes de informação à sua disposição. Outro fator importante é ter prática na análise e solução de questões. Durante a realização da prova, o tempo deve ser controlado, lembrando-se que diferentes questões sobre uma matéria têm o mesmo peso.

A CARREIRA

Maurílio Braz Santana Júnior assumiu o cargo de Técnico bancário na CAIXA em dezembro de 2000, prestando serviço na agência da rua marechal Deodoro, em Curitiba/PR.

Já em janeiro de 2002 assumiu a função de Ge-rente Júnior na agência do Fórum Trabalhista e em setembro do mesmo ano passou a Gerente de Relacionamento da agência do bairro do Ahú, onde está.

“Gerente de Relacionamento – explica – é funcionário que tem sob sua responsabilidade uma carteira de clientes – pessoa física, aos quais dá atendimento em questões de negócios, além de uma equipe de trabalho. Sinto-me bem profissionalmente no lugar onde estou, pois, além de ter oportunidade de aprofundar meus conhecimentos sobre o mundo financeiro gosto de me relacionar com as pessoas”.

Lembra ele ainda que, todo brasileiro passou ou um dia vai passar pela Caixa Econômica Federal, de uma forma ou de outra, desde a mais simples pessoa até a mais alta autoridade. Isso – segundo ele – proporciona vasta experiência de trabalho e enriquecimento de vida.

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