
ESPECIAL BANCO
DO BRASIL
PORTUGUÊS 01
Assinale as questões
e veja as respostas certas no botão GABARITO
| 1) | Em todos os itens, as figuras foram classificadas adequadamente, menos em: | |
| A felicidade é como a gota de orvalho numa pétala de flor. (Vinícius de Moraes) – Eufemismo. | ||
| Ele é um bom garfo – Metonímia. | ||
| Ele não tem um níquel – Sinédoque. | ||
| Sobre a mesa, garrafas vazias – Elipse. | ||
| Gosto de ler Camões – Metonímia. | ||
| 2) | I – E os
sobreviventes, emocionados, abraçam o piloto que vinha nos salvar. II – “Do claustro, na paciência e no sossego, Trabalha, e teima, e lima, e sofre, e sua.” III – “Choram as ondas, choram em vão: O inútil de tristes águas.” Assinale a alternativa correta quanto às figuras presentes, respectivamente, nos trechos acima. |
|
| zeugma / pleonasmo / anacoluto. | ||
| elipse / aliteração / sinédoque | ||
| silepse / assíndeto / eufemismo. | ||
| zeugma / assíndeto / metonímia. | ||
| silepse / polissíndeto / prosopopéia. | ||
| 3) | A frase em que a concordância não é excepcional é: | |
| A população mais carente, que vemos vivendo em condições subumanas, são os que mais necessitam de um serviço público de saúde decente e eficaz. | ||
| Está nas mãos do governo, em qualquer escalão que se considere, articularem diferentes forças para que sejam viabilizados os projetos prioritários da Educação. | ||
| Nessa hora, invariavelmente, os ônibus ficam apinhados de gentes, que não vêem a hora de chegar a seu destino, casas-dormitórios sem o mínimo conforto | ||
| O time todo, sem exceção, não resistiram à execução do Hino Nacional e choraram sem o mínimo constrangimento. | ||
| O assessor mais direto do Presidente solicitou à equipe econômica que se pronunciasse sobre o assunto em curtíssimo espaço de tempo. | ||
| 4) | (FAAP) –
“As lágrimas são galas da mentira,E o juramento manto da perfídia.” (Joaquim Manuel de Macedo) A segunda oração omite elegantemente o verbo ser, em nome da figura de linguagem: |
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| zeugma | ||
| anacoluto | ||
| metonímia | ||
| silepse | ||
| polissíndeto | ||
| 5) | (FAAP) – Definir juramento como manto da perfídia, só em nome da: | |
| prosopopéia | ||
| hipérbole | ||
| silepse | ||
| metáfora | ||
| elipse | ||
| 6) | Assinalar a
alternativa correta, correspondente às figuras de linguagem presentes
nos fragmentos abaixo: I. “Não te esqueças daquele amor ardente que já nos olhos meus tão puro viste.” II. “A moral legista para o homem; o direito, para o cidadão.” III. “A maneira concordava nos pontos essenciais; nos pormenores porém, discordavam.” IV. “Isaac a vinte passos, divisando o vulto de um, pára, ergue a mão em viseira, firma os olhos.” |
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| anacoluto, hipérbato, hipálage, pleonasmo. | ||
| hipérbato, zeugma, silepse, assíndeto | ||
| anáfora, polissíndeto, elipse, hipérbato. | ||
| pleonasmo, anacoluto, catacrese, eufemismo. | ||
| hipálage, silepse, polissíndeto, zeugma. | ||
| 7) | No verso “A poesia – é uma luz ... e a alma – uma ave...” ocorrem | |
| prosopopéia e hipérbato. | ||
| metonímia e antítese. | ||
| hipérbole e eufemismo. | ||
| pleonasmo e silepse. | ||
| metáfora e zeugma. | ||
| 8) | (ITA) – Em qual das opções há erro na identificação das figuras? | |
| “Um dia hei de ir embora / Adormecer no derradeiro sono.” (Eufemismo) | ||
| “A neblina, roçando o chão, cicia, em prece.” (Prosopopéia) | ||
| Já não são tão freqüentes os passeios noturnos na violenta Rio de Janeiro. (Silepse de número) | ||
| “E fria, frouxa claridade / Flutua...” (Aliteração) | ||
| “Oh sonoro audição colorida do aroma.” (Sinestesia) | ||
| 9) | (FAAP) – “Dos laranjais hão de cair os pomos”, na ordem direita: “Os pomos hão de cair dos laranjais”. Inversão da frase em nome da figura chamada: | |
| hipérbato | ||
| hipérbole | ||
| silepse | ||
| anacoluto | ||
| pleonasmo | ||
| 10) | (FEBA) – O
trecho abaixo transcrito se caracteriza: “É preciso casar João é preciso casar Antônio é preciso odiar Melquíades é preciso substituir nós todos.” |
|
| pela analogia | ||
| pela falta de recurso expressivo | ||
| pela aliteração | ||
| pela anáfora | ||
| nda | ||
| 11) | (PUC) – “Permitiu parecesse a chama fria.”, encontramos algumas figuras de linguagem. Uma delas é: | |
| o eufemismo. | ||
| o anacoluto. | ||
| o pleonasmo | ||
| a elipse. | ||
| a anáfora. | ||
| 12) | Na frase: “ O pessoal estão exagerando, me disse ontem um camelô”, encontramos a figura de linguagem chamada: | |
| Silepse de pessoa | ||
| Elipse | ||
| Anacoluto | ||
| Hipérbole | ||
| Silepse de número | ||
| 13) | O paradoxo dos dois primeiros versos se desmancha, desde que se dê à palavra “belo ” significados diversos, respectivamente: | |
| grandiosidade / tranqüilidade | ||
| imensidão / sabedoria | ||
| limite / marginalidade | ||
| beleza temporal / beleza espacial | ||
| intimidade / navegação | ||
| 14) | (MACKENZIE)
– Assinale a alternativa correta, de acordo com a figura de linguagem
que há em: “O povo estourava de rir”. (Monteiro Lobato) |
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| antítese | ||
| pleonasmo | ||
| hipérbole | ||
| personificação | ||
| zeugma | ||
| 15) | “... Os
tempos mudavam, no devagar depressa dos tempos. Nossa mãe terminou também,
de uma vez, residir com minha irmã, ela estava envelhecendo.” (A
terceira margem do rio, Guimarães Rosa). No trecho acima há uma figura chamada: |
|
| paradoxo | ||
| hipérbole | ||
| antítese | ||
| metáfora | ||
| metonímia | ||
| 16) | O vento vem
vindo de longe, a noite se curva de frio. (Cecília Meireles) II. Do relâmpago a cabeleira ruiva Vem açoitar o rosto meu. (Alphonsus de Guimarães) III. A excelente Dona Inácia era mestra na arte de judiar de crianças. (Monteiro Lobato) IV. Nunca se afizera ao regime novo – essa incidência de negro igual a branco e qualquer coisinha: a polícia! “Qualquer coisinha”; Uma mucama assada no forno porque se engraçou dela o senhor; uma novena de relho porque disse: “Como é ruim, a sinhá”... (Monteiro Lobato) 5. Assinale a alternativa que indica corretamente o ponto comum entre os respectivos trechos: |
|
| a inversão e a prosopopéia – trechos I e II; ironia – trechos III e IV. | ||
| a metonímia e a prosopéia – trechos I e II; eufenismo – trechos III e IV. | ||
| o assíndeto e a metonímia – trechos III e IV. | ||
| o assíndeto e a prosopopéia – trechos I e II; hipérbole – trechos III e IV. | ||
| a aliteração e a prosopopéia – trechos I e II; ironia – trechos III e IV. | ||
| 17) | A proposopéia, figura que se observa no verso “Sinto o canto da noite na boca do vento”, ocorre em: | |
| “A vida é uma ópera e uma grande ópera.” | ||
| “Ao cabo tão bem chamado, por Camões, de ‘Tormentório’, os portugueses apelidaram-no de ‘Boa Esperança.” | ||
| “Uma talhada de melancia, com seus alegres caroços.” | ||
| “Oh!
eu quero viver, beber perfumes, Na flor silvestre, que embalsama os ares.” |
||
| "A felicidade é como a pluma...” | ||
| 18) | Indique o
valor assumido pelas preposições nas frases abaixo: I – Morava numa casa de pedra. II – Chegou de carro. II – O governador chegou de Brasília. IV – Falava de política. V – Morreu de pneumonia. |
|
| matéria, condução, estado, assunto e doença. | ||
| matéria, meio, lugar, assunto e causa. | ||
| matéria, locomoção, turismo, assunto e causa. | ||
| matéria, meio, estado, despreocupação e doença. | ||
| matéria, transporte, lugar, descontração e causa. | ||
| 19) | “Será que
não é tempo de pensar nos pivetes como crianças, que querem
exatamente o que outras crianças querem, SÓ QUE sem a esperança de o
conseguir? A relação estabelecida pela expressão destacada acima permanece a mesma, se essa expressão for substituída por: |
|
| já que. | ||
| porquanto | ||
| portanto. | ||
| entretanto. | ||
| a não ser que. | ||
| 20) | (UNI – Rio) Assinale a opção que NÃO completa semanticamente a relação entre os seguintes períodos: “Um monossílabo, um sorriso, um olhar – e estamos entendidos. Nenhuma explicação se impõe.” | |
| já que | ||
| contudo | ||
| porque | ||
| na medida em que | ||
| visto que | ||
| 21) | (FUVEST)
-“Tão barato que não conseguimos contratar uma holandesa de olhos
azuis para este anúncio.” No texto, a orientação semântica introduzida pelo termo nem estabelece uma relação de: |
|
| exclusão. | ||
| negação. | ||
| adição. | ||
| intensidade. | ||
| alternância. | ||
| 22) | (FUVEST) – “Bem cuidado como é, o livro apresenta alguns defeitos.” Começando com “o livro apresenta alguns defeitos”, o sentido da frase não será alterado se continuar com: | |
| desde que bem cuidado. | ||
| contando que bem cuidado. | ||
| à medida que é bem cuidado. | ||
| tanto que é bem cuidado. | ||
| ainda que bem cuidado. | ||
| 23) | “(...)
Sou, digamos, um caminhante resignado. Depois dos 50, a gente fica igual
a carro usado, todo dia tem uma coisa dando errado, é a suspensão, é
a embreagem, é o radiador, é o contraplano do rolabrequim, é o
contrafarto do mesocárdio epidítico, a falta de serotorpina
folimolecular, é o que mecânicos e médicos disseram. Aí, para
conseguir ir segurando a barra, vou acatando os conselhos. Andar é bom
para mim, digo sem muita convicção a meus entediados botões, é bom
para todos.” (João Ubaldo Ribeiro, O Estado de S.Paulo, 06/08/95) Na frase “Aí, para conseguir ir segurando a barra, vou acatando os conselhos”, aí será corretamente substituído, de acordo com seu sentido no texto, por: |
|
| Nesse lugar. | ||
| Nesse instante. | ||
| Contudo. | ||
| Em conseqüência. | ||
| Ao contrário. | ||
| 24) | (MACKENZIE)
“O capitalismo de hoje é o capitalismo dos que têm a melhor
capacidade de sobreviver. É a fórmula de Darwim, em síntese. No nível
ideológico, isso se reflete no individualismo exacerbado.” (Revista Isto É) 1. Cada um é convidado a se virar sem olhar os outros. 2. Isso é o oposto de uma ideologia de solidariedade. 3. Não importam os custos sociais e ecológicos. 4. A palavra de ordem é a competitividade a todo e qualquer preço. A relação entre as idéias propostas no início e as afirmações numeradas é de: |
|
| exclusão. | ||
| confluência | ||
| condição | ||
| restrição | ||
| oposição | ||
| 25) | Dentre as seguintes frases, assinale aquela que não contém ambigüidade: | |
| Peguei o ônibus correndo. | ||
| Esta palavra pode ter mais de um sentido. | ||
| O guarda deteve o suspeito em sua casa. | ||
| O menino viu o incêndio do prédio. | ||
| Deputado fala da reunião no canal 2. | ||
| 26) | (UNICAMP) – A ambigüidade da história é provocada pela fala da personagem logo no primeiro quadrinho. Isso porque ela: | |
| não concluiu a primeira frase. | ||
| não concluiu a segunda frase. | ||
| juntou ação às palavras. | ||
| concluiu mal a segunda frase. | ||
| concluiu mal a primeira frase | ||
| 27) | (UNICAMP) – A ambigüidade também foi causada porque o interlocutor/ouvinte, no primeiro quadrinho: | |
| não percebeu a polissemia da palavra cabeça. | ||
| não prestou atenção à expressão “Veja!”. | ||
| confundiu e não entendeu perfeitamente os possessivos minha e tua. | ||
| confundiu os auxiliares verbais poder e dever. | ||
| não percebeu que o presente do verbo tinha valor de futuro. | ||
| 28) | (UNICAMP) – O último quadrinho mostra: | |
| arrependimento. | ||
| irritação pela burrice alheia. | ||
| incompreensão violenta. | ||
| autocrítica consciente. | ||
| compreensão bem-humorada. | ||